Participei do processo seletivo para a vaga de Analista Sênior, composto por candidatura inicial, conversa com o time de recrutamento, entrega de um estudo de caso e apresentação do material às gestoras da área.
A comunicação com o RH foi clara e atenciosa durante todo o processo, especialmente no envio e explicação do desafio. A proposta exigia uma solução alinhada ao contexto da empresa, com abordagem estratégica e embasamento. Dediquei alguns dias à pesquisa, estruturação e prototipação da entrega, finalizada dentro do prazo.
Na apresentação, segui um roteiro claro, respeitei o tempo estipulado (30 minutos) e respondi às perguntas com exemplos práticos da minha trajetória. Ao final, também fiz perguntas para entender melhor a dinâmica da empresa, demonstrando real interesse pela vaga.
Poucos dias depois, recebi um retorno formal agradecendo pela participação, mas sem explicações detalhadas sobre os critérios de decisão, apenas a menção de que outra pessoa “parecia atender” o que esperavam. Ao solicitar um feedback mais aprofundado, foi citado que houve a percepção de que eu talvez não me adaptasse a um contexto de mudanças e entregas contínuas. Esse ponto me soou desconectado da apresentação e dos exemplos compartilhados, que justamente reforçavam minha experiência nesse tipo de cenário.
Foi mencionado ainda que um aspecto técnico poderia ter sido mais aprofundado, embora ele tenha sido abordado de forma objetiva durante a apresentação, ee não estivesse entre os requisitos explícitos do desafio. Isso me causou a impressão de desalinhamento na avaliação e certa falta de critério técnico por parte da banca. Durante a conversa, inclusive, observei posturas que transmitiram pouca empatia e escuta ativa, o que impacta negativamente a experiência de quem se dedicou intensamente à construção de uma proposta.
De forma geral, o processo foi conduzido com cordialidade, mas faltou clareza e profundidade no retorno final, especialmente considerando o nível de exigência e o esforço demandado na etapa prática.